Já não pode ser normal.
Encarar o revolver na mão de uma criança.
Não pode ser normal.
Na mão do ladrão é feio,
do justiceiro é corriqueiro e normal.
Da criança brincando de matador,
perfeitamente cômodo.
Virou normal. Virou normal matar o outro pelo meu senso.
Virou normal achar que posso matar.
Virou normal com arma brincar.
Virou Normal.
A norma é clara.
O que mata BANDIDO é bom.
Mas e o que mata o cidadão?
ora... Bandido não é cidadão?
Eu mato o outro porque acho certo.
Mas quando matam um dos meus,
O mundo acaba. Bandido bom, é bandido morto.
No fim, todos são humanos,
uns mais, outros menos.
Uns com tanto, outros com pouco.
Mas o que importa, é o que digo.
Bandido bom, é bandido morto.
Minha justiça é a que vale.
e A vida? Quem é que decide?
real, amigo. Virou normal.
O que mata, o revolver, virou brinquedo.
BRINQUEDO! BRINQUEDO!
BRINQUEDO! BRINQUEDO!
Brincar com algo que é mortal.
Mas é só brinquedo.
Não é só. É brinquedo, virou normal.
Brincar com o símbolo da dor...
Virou normal. Ta tudo normal.
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