O sorriso de uma
noite clara,
A vida de um dia
escuro,
O som de uma música
fria,
E o beijo de um olhar
azul
No som das arvores
escuras,
No vento do tempo sem
limites...
Seu som cor de rosa
enobrece minh´alma.
A vida dos jardins
volumosos.
O brilho do sol;
O claro lindo que me
alumia,
E a lua que me diz o
branco,
Seu olhar que me diz
“Te amo”
Sou o mundo,
Somos a vida.
Seu olhar...
Seu pé.
Tudo é motivo,
Tudo é pretexto,
Tudo é sonho.
Sou meu próprio
convívio.
Destes versos sem
métrica
Lhe mostro como é
simples,
Como é fácil e
complexa,
Somos prosa, porém
prosa sem a rima.
Sou o pássaro;
Sou seu ego;
Sou seu umbigo;
Sou seu medo.
Sofro com isso.
Sofro com tudo.
Te amo e sofro.
Mas o medo você tem.
São Sonhos vivos,
São realidades
mortas,
São paixões vividas.
São sonhos mortos.
Sou “eu”
Sou “Você”
Sou “nós”
Sou “eles”
Sempre vejo você,
Sempre toco você
Sempre cheiro você,
Sempre beijo você.
Sou seu sexo.
Sou o sexo.
Em você há sexo.
Sou você e sexo.
Tão complexa é a
vida.
Tão bonito é viver.
Expressar-se é
difícil.
Sonhar é muito fácil.
Sou Poeta louco.
Sou artista
incoerente;
Somos vida inocente,
Sou tudo
praticamente.
Meu poema incoerente,
Não é da vida
diferente.
Quem coerente for,
Faça-me o favor...
Na vida tudo somos;
Tudo sentimos;
Tudo fazemos,
Tudo há.
O que há?
Sim? O que há?
Vou me embora,
Vou sonhar.
Meu poeta,
Que sou eu,
Parabéns, ao seu
sorriso.
A ele admiro.
Meus poetas;
seres humanos;
nunca se esqueçam.
De sua poesia,
Mesmo sem coerência.
Mesmo sem freguesia,
O importante é
poetizar,
O importante é
expressar e...
AMAR!
(Thiago Leite)

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